Mensagens

Nova Normalidade

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Chegou a altura da reabertura da Infância, do CAO (Centro de Atividades Ocupacionais) dos Lares e da Formação Profissional que, há cerca de três meses, encerraram, por ordem governamental, devido à pandemia que nos assolou, pandemia   essa, provocada por um vírus traiçoeiro que resolveu pôr o Planeta todo de pantanas. Todo o mundo confinou a uma velocidade nunca antes visto. Três meses passados e cá estamos de novo a tentar, devagarinho, retomar a normalidade. Começamos com a abertura das creches no dia 21 de maio, após resultados da testagem feita aos colaboradores, em que os resultados foram todos negativos. Este recomeço foi feito com todos os requisitos de higienização e proteção pessoal, exigido pela Direção Geral de Saúde. No próximo dia 1de junho, todas as outras respostas irão retomar o seu ritmo, dentro de uma normalidade própria e nunca esquecendo três princípios importantes que deverão estar sempre presentes. São eles: Higienização, proteção e afastamento Social ...

Isolamento social e o peso corporal

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A pandemia provocada pela COVID-19, veio desencadear profundas alterações no estilo de vida de todos/as nós, obrigando a adaptar a forma como nos comportamos em sociedade. Tendo em consideração esta realidade, devemos refletir sobre algumas questões pertinentes. Mas afinal de contas qual o real impacto que este isolamento social poderá provocar no peso corporal?   As publicações nas redes sociais durante a quarentena revelaram interferir com os esforços para se estabelecerem hábitos saudáveis. Pesquisas experimentais mostraram que a exposição a meios estigmatizantes do peso aumenta o consumo calórico entre indivíduos com maior peso corporal. Isso pode significar um efeito "porquê tentar?": quando indivíduos que estão num processo de perda de peso são bombardeados com mensagens de que não têm força de vontade para impedir o ganho de peso.   No caso das crianças, as evidências sugerem que quando as crianças estão fora da escola, por exemplo, fins de semana e férias ...

Sabia que... PSI - Prestação Social para a Inclusão

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PSI - Prestação Social para a  Inclusão A PSI é um apoio social direcionado para pessoas com deficiência com uma incapacidade igual ou superior a 60%, devidamente certificada através do atestado médico de incapacidade multiuso, que deverá ser requerido junto do médico de família antes dos 55 anos de idade. O valor pecuniário da PSI não é igual para todas as pessoas, dependendo nomeadamente do grau de incapacidade atestada e, no caso de uma incapacidade compreendida entre os 60 e os 79%, dos rendimentos auferidos pelo próprio. Com a nova revisão da legislação, esta prestação passou a poder ser atribuída também a menores de 18 anos, sendo que o valor a atribuir poderá ser acrescido em 35% nas situações de monoparentalidade. O que deve ter em atenção neste ponto: §   A PSI não é acumulativa com prestação da bonificação por deficiência (que se destina a crianças com idade igual ou inferior a 10 anos) §   A PSI pode acumular com outras prestações familiares, nomeadam...

A Educação de Infância em Tempos de Pandemia

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A educação de infância, valorizada por todos os que lhe veem algo que falta ao ensino pela vida fora, espaço e tempo por excelência dos afetos, viu-se abruptamente interrompida por uma presença invisível e assustadora…e agora? As portas fecharam e muitos eram os medos e incertezas de Instituições, mães/pais, profissionais de infância, sociedade em geral, e agora que se anuncia a abertura e, sendo suposto a tempestade ter passado, eis-nos perante a dura realidade de uma permanência teimosa e difícil, de algo nunca antes vivido ou imaginado. Em isolamento, desenvolveram-se estratégias, enfrentou-se para muitas pessoas, o desafio maior de não cair na tentação de trabalhos do tipo escolar sem fim à vista, das fichas, de um modelo transmissivo passivo, que, no meu entendimento, não fazem parte da educação de infância e não seria agora que deveriam passar a fazê-lo.   Reinventaram-se os/as profissionais de educação, na sua entrega diária, para criar pontes com as família...

Mudam-se os tempos, inventam-se novas formas de estar…

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Mudam-se os tempos, inventam-se novas formas de estar… “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, Muda-se o ser, muda-se a confiança; Todo o mundo é composto de mudança, Tomando sempre novas qualidades…” Já dizia Luís Vaz de Camões mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e no tempo em que vivemos muitas são as mudanças, as vontades e a cada dia reinventam-se novas formas de estar. Deparámo-nos com a necessidade de reformular as Estruturas Residenciais para os nossos Idosos, desde a renovação de espaços, de forma a garantir o devido distanciamento entre utentes, à formação e preparação das equipas para a pandemia COVID-19. Muitas são as emoções que diariamente invadem os nossos pensamentos, e fazem bater mais forte os nossos corações… SIM temos medo... pela nossa família, pelos/as nossos/as filhos/as que precisam muito de nós... pelos nossos pais e mães que são também pessoas de risco… MAS temos esta missão, a missão de estar na linha da frente a cuidar dos que mais precis...

A Ação Social em Situação de Pandemia

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Pela primeira vez na nossa história estamos a viver uma crise global e transversal a todas as classes sociais. Esta crise, por sua vez, desafia a importância do papel da Ação Social, num contexto não só de falta de recursos, mas de um sentimento generalizado de medo e insegurança, pela situação de saúde mas também pela falta de perspectivas para o futuro. A Pandemia COVID-19 veio alterar de forma significativa a vida de todos nós. Veio exigir o cumprimento rigoroso de medidas como o isolamento social para conter a propagação do vírus. Todas as medidas tomadas para mitigar esta pandemia exigem uma mutação no paradigma da intervenção comunitária. Torna-se assim premente humanizar os serviços e recriar um conjunto de ações que promovam os direitos das pessoas, em termos dos cuidados de saúde, justiça social, igualdade de oportunidades e de um tratamento com dignidade. Por conseguinte, o Serviço Social é chamado a recriar e/ou readaptar a forma de intervenção, através de novo...

Educação emocional – caminho para a felicidade

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Desenvolver a inteligência emocional na infância é fundamental, uma vez que é nessa fase que se inicia a construção do entendimento e da forma de lidar com as situações que surgem ao longo de toda a vida. De acordo com Daniel Goleman, psicólogo e autor do célebre livro “Inteligência emocional”, entre 70 a 80% do sucesso na fase adulta pode ser atribuído à inteligência emocional. O desenvolvimento emocional das crianças permite que tenham consciência das emoções e que comecem a geri-las. Pergunta-se, certamente, como pode, enquanto mãe/pai, ajudar a sua criança a desenvolver competências emocionais? Há algumas estratégias básicas e fáceis de implementar, que pode adotar e adaptar à faixa etária e capacidades evidenciadas pela sua criança: Identificar emoções Pode fazer diferentes expressões frente a um espelho com a sua criança e falar sobre o que podem significar ou pedir-lhe que tenha atenção às expressões faciais das personagens das suas histórias favoritas. Associar em...