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Mudam-se os tempos, inventam-se novas formas de estar…

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Mudam-se os tempos, inventam-se novas formas de estar… “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, Muda-se o ser, muda-se a confiança; Todo o mundo é composto de mudança, Tomando sempre novas qualidades…” Já dizia Luís Vaz de Camões mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e no tempo em que vivemos muitas são as mudanças, as vontades e a cada dia reinventam-se novas formas de estar. Deparámo-nos com a necessidade de reformular as Estruturas Residenciais para os nossos Idosos, desde a renovação de espaços, de forma a garantir o devido distanciamento entre utentes, à formação e preparação das equipas para a pandemia COVID-19. Muitas são as emoções que diariamente invadem os nossos pensamentos, e fazem bater mais forte os nossos corações… SIM temos medo... pela nossa família, pelos/as nossos/as filhos/as que precisam muito de nós... pelos nossos pais e mães que são também pessoas de risco… MAS temos esta missão, a missão de estar na linha da frente a cuidar dos que mais precis...

A Ação Social em Situação de Pandemia

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Pela primeira vez na nossa história estamos a viver uma crise global e transversal a todas as classes sociais. Esta crise, por sua vez, desafia a importância do papel da Ação Social, num contexto não só de falta de recursos, mas de um sentimento generalizado de medo e insegurança, pela situação de saúde mas também pela falta de perspectivas para o futuro. A Pandemia COVID-19 veio alterar de forma significativa a vida de todos nós. Veio exigir o cumprimento rigoroso de medidas como o isolamento social para conter a propagação do vírus. Todas as medidas tomadas para mitigar esta pandemia exigem uma mutação no paradigma da intervenção comunitária. Torna-se assim premente humanizar os serviços e recriar um conjunto de ações que promovam os direitos das pessoas, em termos dos cuidados de saúde, justiça social, igualdade de oportunidades e de um tratamento com dignidade. Por conseguinte, o Serviço Social é chamado a recriar e/ou readaptar a forma de intervenção, através de novo...

Educação emocional – caminho para a felicidade

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Desenvolver a inteligência emocional na infância é fundamental, uma vez que é nessa fase que se inicia a construção do entendimento e da forma de lidar com as situações que surgem ao longo de toda a vida. De acordo com Daniel Goleman, psicólogo e autor do célebre livro “Inteligência emocional”, entre 70 a 80% do sucesso na fase adulta pode ser atribuído à inteligência emocional. O desenvolvimento emocional das crianças permite que tenham consciência das emoções e que comecem a geri-las. Pergunta-se, certamente, como pode, enquanto mãe/pai, ajudar a sua criança a desenvolver competências emocionais? Há algumas estratégias básicas e fáceis de implementar, que pode adotar e adaptar à faixa etária e capacidades evidenciadas pela sua criança: Identificar emoções Pode fazer diferentes expressões frente a um espelho com a sua criança e falar sobre o que podem significar ou pedir-lhe que tenha atenção às expressões faciais das personagens das suas histórias favoritas. Associar em...

Inteligência emocional – uma importante aliada

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A inteligência emocional traduz-se a capacidade de perceber, avaliar e expressar emoções de uma forma adaptativa, o que não significa que a tristeza ou a raiva, por exemplo, que são emoções sentidas negativamente pela maioria das pessoas, não voltem a manifestar-se, mas, isso sim, que temos a capacidade de as gerir eficazmente . A inteligência emocional pode cultivar-se ao longo da vida e, sobretudo num momento como o atual, marcado pela incerteza e pela insegurança devido à pandemia por COVID-19, deverá ser uma aliada importante. O que podemos fazer então? Em primeiro lugar, reconhecer o que sentimos , dar-lhe um nome – Ansiedade? Medo? Apreensão?, e partilhar com outras pessoas, o que ajuda a diminuir a carga negativa e a ganhar perspetivas diferentes (e mais animadoras) sobre a situação. Viver no presente e focar a atenção naquilo que conseguimos controlar é fundamental. Já dizia Mark Twain “Tive muitas preocupações na minha vida. A maioria delas nunca veio a acontece...

As nossas vidas e o Corona Vírus

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O novo Corona Vírus entranhou-se nas nossas vidas de forma insidiosa e incontornável, Pusemos em stand-by os beijos, os abraços, a proximidade física. Olhamos com desconfiança quem se aproxima e automaticamente recuamos para a nossa área de segurança, que deixou de ser a nossa zona de conforto. O tempo é de incerteza, de semblante carregado mas também de autoconhecimento e reflexão. Há um desequilíbrio entre as nossas competências e a capacidade de fazer face a este desafio o que nos provoca ansiedade e angústia. Estamos a reagir normalmente a uma situação que é anormal. É tempo de aguçarmos a criatividade e sermos unidos, de ligar aos amigos ou familiares e usar e abusar das videochamadas ou plataformas digitais. De “arrumarmos a casa”, metafórica e literalmente. De sair da cama, de cumprir uma rotina, de fazer uma alimentação saudável, de estarmos em família, ainda que virtualmente, e praticarmos uma comunicação positiva. De sermos mais espirituais, se nos conforta, ou ma...

A Deficiência e Incapacidade e o meio laboral

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Apesar das melhorias a que se tem vindo a assistir, o emprego de pessoas com deficiência em Portugal ainda está muito longe de ser representativo. Segundo o Observatório da Deficiência e Direitos Humanos (ODDH), entre 2009 e 2018, verificou-se um aumento de 142% no número de colocações de pessoas com deficiência, passando de 646 em 2009 para 1564 em 2018. O número de trabalhadores/as com deficiência também tem crescido ligeiramente, com especial destaque para o verificado no setor público, onde entre 2012 e 2018 o número cresceu 43%, representando, nesse ano 2,58% do total de trabalhadores da Administração Pública, permanecendo, no entanto, abaixo da quota de 5% estipulada em 2001 para este setor. Já no setor privado entre 2012 e 2017 o crescimento foi de cerca de 48% nas empresas com mais de 10 trabalhadores/as, representando contudo, em 2017, 0,52% dos seus recursos humanos. VANTAGENS DE CONTRATAR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Atualmente existem diversas medidas de apoio...

Brincadeiras para fazer em casa com as crianças

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Nos dias que atravessamos e tendo em conta a situação atual do nosso país e no mundo, surgiu a ideia de relembrar às mamãs e aos papás que há imensas atividades que podemos realizar em conjunto com as crianças, sem grandes gastos, sem grandes desperdícios, sem sair de casa e, sobretudo, recorrendo à imaginação e criatividade, aprender de forma lúdica, em família. Aqui vão algumas sugestões de brincadeiras, que podemos fazer e que, sem saber, estamos a desenvolver todas as competências da criança. Utilizando uma simples caixa de cartão, podemos fazer imensas coisas, desde estimulação visual nos bebés, colocando por cima da caixa luzes de natal (mini visionário), túneis, para realização de um percurso, por exemplo, uma casa ou mesmo um carro ou foguetão, o que a imaginação da criança permitir. Podemos fazer chuva de papel rasgando jornal e atirando ao ar, desembrulhar surpresas escondidas em papel de alumínio, lagartinhas de puxar com rolos de papel higiénico, tapetes ou ...